O FUTURO DA EXPERIÊNCIA DIGITAL

Durante a pandemia, muitas pessoas começaram a perceber que estão totalmente dependentes de aplicativos e plataformas digitais para realizar as tarefas diárias.

Muitas dessas pessoas antes não necessitavam de dispositivos para quase nada se viram obrigadas a utilizá-los para a entrega de produtos básicos.

A ida ao mercado, farmácia ou ao seu restaurante está sendo substituída por aplicativos de entrega e pelo comércio online. Com isso empresas, comércios e a sociedade em geral se viu obrigada a entrar para a era digital.

Por conta disso, muitas plataformas digitais que já existiam foram melhoradas, atualizadas e descomplicadas de alguma forma para atingir um público alvo maior.

Então se antes sites e aplicativos eram focados em jovens, com uma linguagem mais complexa e voltada para consumidores experts em usar os seus celulares e computadores, agora tiveram que voltar e redesenhar as plataformas buscando usar uma linguagem mais clara, fácil, e que atinja também um público que não é tão acostumado a usar os celulares e as tecnologias web.

Acredito que as empresas se deram muito bem nessa jornada. A maioria já vem investindo há algum tempo em estratégias de marketing e experiências do usuário que aproximem cada vez mais os consumidores da sua plataforma. Mesmo assim sabemos uma parcela da população não consegue ser bem representada por essa gama de consumidores, que é o caso dos idosos ou a melhor idade.

Segundo pesquisas, a maior parte das pessoas acima de 65 anos se sentem menos confiantes ao usar dispositivos eletrônicos e muitos precisam de ajuda para usar os seus celulares. E claro, para evitar a dependência de pessoas mais jovens para realizar atividades simples, como compras do mercado, farmácia pela internet vários idosos desistem de usar aplicativos e plataformas digitais.

A grande maioria das tecnologias foi criada pensando na experiência de jovens, mas em tempos onde todos dependem da tecnologia precisamos nos preocupar em aumentar a experiência dos usuários como um todo.

Para isso, é importante refletir sobre a “experiência” e não nos limitaremos a resolver problemas dos usuários somente com simples alteração no layout de aplicativos e desenhos de plataformas digitais.

A experiência precisa ser cada vez mais parecida com a nossa realidade, replicar o real no virtual para facilitar o inclusão de todos nas experiências digitais. Usando análise de usabilidade com personas de várias idades, trazendo realidades imersivas 3D para produtos digitais e até imitando cada vez mais os objetos da realidade o mundo digital irá cada vez mais apresentar experimentações intuitivas.

E você? Acredita em um mundo mais inclusivo com tecnologia e um universo digital onde todos possam ter experiências incríveis?

Comente abaixo o que você acredita que devemos estudar, criar ou melhorar para envolver mais os usuários com os processos digitais e como as plataformas digitais podem evoluir para facilitar, transformar e imitar nossa realidade.

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Até mais!